Já cheira a Natal...
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
sexta-feira, 7 de junho de 2013
segunda-feira, 3 de junho de 2013
quarta-feira, 15 de maio de 2013
terça-feira, 26 de março de 2013
Amêndoas "mimadas"
Decorreu esta manhã, dia 26 de março, uma
ação desenvolvida pelas Estudotecas da Junta de Freguesia de Perafita,
A Associação de Apoio Social de Perafita e
o Centro Social e Paroquial Padre Ângelo Ferreira Pinto receberam as crianças
que ofereceram aos idosos um saquinho de amêndoas.
Este é mais um momento de chamar a atenção para o fato da
responsabilidade da promoção da cidadania é de todos.
quarta-feira, 20 de março de 2013
A primavera e um conto de fadas
A primavera está a chegar e as "nossas" crianças e jovens das Estudotecas deixaram-se levar pela imaginação e... de repente... inspiradas pelo conto de fadas de origem inglesa, João e o pé de feijão, criaram duas lindas árvores! Sim... lá dentro crescem dois pés de feijão.
Dia do Pai - 2013
"O Pai
Terra de semente inculta e
bravia,
terra onde não há esteiros ou caminhos,
sob o sol minha vida se alonga e estremece.
Pai, nada podem teus olhos doces,
como nada puderam as estrelas
que me abrasam os olhos e as faces.
Escureceu-me a vista o mal de amor
e na doce fonte do meu sonho
outra fonte tremida se reflecte.
Depois... Pergunta a Deus porque me deram
o que me deram e porque depois
conheci a solidão do céu e da terra.
Olha, minha juventude foi um puro
botão que ficou por rebentar e perde
a sua doçura de seiva e de sangue.
O sol que cai e cai eternamente
cansou-se de a beijar... E o outono.
Pai, nada podem teus olhos doces.
Escutarei de noite as tuas palavras:
... menino, meu menino...
E na noite imensa
com as feridas de ambos seguirei. "
Pablo Neruda, in "Crepusculário"
Tradução de Rui Lage
terra onde não há esteiros ou caminhos,
sob o sol minha vida se alonga e estremece.
Pai, nada podem teus olhos doces,
como nada puderam as estrelas
que me abrasam os olhos e as faces.
Escureceu-me a vista o mal de amor
e na doce fonte do meu sonho
outra fonte tremida se reflecte.
Depois... Pergunta a Deus porque me deram
o que me deram e porque depois
conheci a solidão do céu e da terra.
Olha, minha juventude foi um puro
botão que ficou por rebentar e perde
a sua doçura de seiva e de sangue.
O sol que cai e cai eternamente
cansou-se de a beijar... E o outono.
Pai, nada podem teus olhos doces.
Escutarei de noite as tuas palavras:
... menino, meu menino...
E na noite imensa
com as feridas de ambos seguirei. "
Pablo Neruda, in "Crepusculário"
Tradução de Rui Lage
sexta-feira, 8 de março de 2013
Dedicado a todas as Perafitenses
A todas as mulheres em particular a todas as perafitenses:
" a mulher é uma substância tal, que, por mais que a estudes, sempre encontrarás nela alguma coisa totalmente nova. " Léon Tolstoi
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
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